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Wines That Rock
Pink Floyd, Rolling Stones, Grateful Dead e The Police. Já imaginou se pudesse comprar um vinho com a sua banda de rock favorita? Pois essa é a proposta da Wines that Rock, vinícola americana que tem como inspiração a música.
Escolha entre "Rolling Stone Forty Licks Merlot", "Pink Floyd The Dark Side of the Moon Carbernet Sauvignon", "Woodstock Chardonnay" e outros.
Eles possuem ainda um clube(wine club) junto com a revista Rolling Stone. Os assinantes recebem todos os anos
4 garrafas, além da assinatura anual da publicação. Já escolheu seu preferido?
Fiquem com esse gosto e com Miss You, dos Rolling Stones:
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Carol T. Moré
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1.8.13
Wines That Rock
2013-08-01T08:00:00-03:00
Carol T. Moré
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Vinho & Mesa :: O frango e sua melhor harmonização (pelo menos aqui em casa)
Nascemos em Goiás e moramos em Minas desde 1999. Portanto, não mudamos muito os hábitos alimentares, porque a culinária goiana e a mineira são irmãs. O mesmo feijão tropeiro com couve, os ovos caipiras, o torresmo, a pamonha, o quiabo e os doces são figurinhas carimbadas tanto aqui quanto "do lado de lá do Paranaíba".
Sendo assim, adoramos frango aqui em casa. Frango caipira não é muito meu forte, porque acho a carne um pouco dura, mas quando vamos a Goiás não tem jeito, lá vem minha sogra com um franguinho caipira que ela mesmo viu nascer, deu milho e agora está na panela. Uma crueldade da qual eu preferia ficar longe, mas ela gosta de me torturar.
Seja caipira, seja de granja, o frango ao molho de açafrão é feito aqui em casa com certa frequência. Como prefiro os frangos urbanos, a Érika faz muito a "coxinha da asinha"... e descobrimos há muito tempo que a melhor harmonização com esse frango de molho é um vinho branco, especialmente um Chardonnay.
É provável que a maioria das pessoas imagine que a melhor harmonização seja com um tinto, até porque o brasileiro adora um vinho tinto mesmo no calor do cerrado. Mas já fizemos tantas experiências com o frango e nenhuma se deu tão bem quanto esse branco feito com a "rainha das uvas brancas".
Particularmente preferimos um Chardonnay com passagem por madeira, porque embora o frango seja uma carne leve, quando temperado com açafrão acaba ganhando força, então um vinho que amadureceu no carvalho consegue segurar melhor os aromas e sabores mais intensos.
Também é comum fazermos o frango inteiro ou partes dele assado. E na foto acima foi uma receita que ficou muito, mas muito boa. Até já foi publicada lá no meu blog de vinhos (veja aqui) e saiu no jornal Correio de Uberlândia, porque a Érika além de colunista aos domingos também colabora com a coluna de gastronomia vez ou outra.
E nesse dia o frango recheado com cottage foi acompanhado por um risoto de abobrinha (zucchini). Fico fantástico. Mas quando servimos o vinho e veio a harmonização, o prato deu um salto, ficou ainda melhor, ganhando novos aromas e sabores. O vinho conseguiu "limpar a boca" por sua acidez e ainda deixou lembranças do carvalho e dos temperos do frango.
É um vinho argentino de produção orgânica e apenas 30% do líquido passou por madeira. Isso fez dele um vinho com boa complexidade de aromas e sabores, mas não o deixou "chato", como alguns vinhos excessivamente amadeirados. Veja lá no VPT o que achei do vinho.
Se você gosta de frango (urbano ou caipira), assado ou de molho, e assim como eu acredita que o vinho deve harmonizar com a comida de sua casa - e não com a comida que se vê apenas nos livros de gastronomia - experimente harmonizá-lo com um Chardonnay. Não vai se arrepender.
Saúde a todos!
Gil Mesquita
Professor universitário em cursos jurídicos, enófilo apaixonado, mantém desde 2006 o blog Vinho para Todos.
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25.7.13
Vinho & Mesa :: O frango e sua melhor harmonização (pelo menos aqui em casa)
2013-07-25T21:26:00-03:00
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Salada de melancia, laranja e ricota
Acho que esse prato é tão verão que não sei se é a melhor época para publicá-lo, já que quando a temperatura cai costumamos ficar com aquela preguiça de comer saladas ou pratos muito leves.
Por aqui o frio sempre é passageiro, então aproveitamos uma noite quente pra fazer esta salada super leve e colorida.
Alguns ingredientes as vezes me perseguem, e ultimamente receitas de saladas com melancia aparecem com bastante frequência nas minhas fontes de receitas.
A inspiração desta veio do site da Martha Stewart, com duas pequenas variações: cebola (que não usei) e queijo feta (que troquei pela ricota).
É tão simples que não vou nem sugerir quantidades, já que você pode colocar os ingredientes nas proporções que preferir.
Então corte pedaços de melancia e laranja em tamanhos mais ou menos iguais.
Amasse com um garfo um pedaço pequeno de ricota.
Misture os ingredientes, finalize com folhinhas de salsinha, azeite, sal e uma pitada de pimenta do reino moída na hora.
Ah, se você ainda acha estranho fazer uma salada salgada com frutas, precisa rever seus conceitos rapidamente. Experimenta aí e depois me conta ;)
No som vamos de Youth, do trio inglês Daughter, conheci agora é ja virei fã!
Fusilli com salmão, folhas e limão.
Ando fugindo dos preparos muito elaborados, mas continuo tentando fazer com que os pratos que cozinho tenham um gosto bom e uma aparência idem.
Quando falo de boa aparência não penso apenas nas montagens "francesas": lindas, minimalistas, cenográficas; como apaixonado em comida vejo beleza em feijoadas, pastéis de feira, mexidos, ovos fritos e outras receitas cotidianas. Comida feia é quase sempre comida feita sem amor.Dias atrás cheguei em casa totalmente sem disposição para a cozinha, olhei na geladeira e vi um macarrão com legumes do almoço. Fui inventar de fazer uma "torta de macarrão" que vi em algum lugar na web, definitivamente deve ter sido a coisa mais feia que já preparei. O gosto nem estava ruim, mas tenho certeza que se estivesse em um dia mais "inspirado" faria algo melhor com os mesmos ingredientes.
Então pessoal, a regra é ir pra cozinha cheio de amor pra dar! rs
O prato de hoje segue a linha do bonito e fácil de preparar, é também uma combinação de ingredientes muito saborosa e bem resolvida. Agora não vá economizar na manteiga e no limão, acho que eles fazem toda a diferença por aqui.
Você também pode adiantar etapas para agilizar na hora de servir, como deixar o salmão assado com antetecedência. Na verdade não dá pra gastar muito mais que 20 minutos neste preparo. Então mãos à obra!
(para 2 pessoas)
- 200g de fusilli (você pode usar qualquer massa curta)
- 1 limão grande (usei o Siciliano, mas escolha o de sua preferência)
- 2 colheres (sopa) de manteiga
- 250g de filé de salmão
- 2 dentes de alho grandes picados
- folhas pequenas de rúcula ou um mix de folhas.
- sal a gosto
- azeite a gosto
- pimenta do reino a gosto
Preparo:
Preaqueça o forno a 200º.
Tempere o salmão com um pouco de pimenta do reino moída na hora, sal e um fio de azeite. Leve o filé envolvido em papel alumínio ao forno por 20 minutos. Reserve.
Cozinhe o macarrão seguindo o tempo sugerido na embalagem, Escorra e reserve.
Coloque uma frigideira ou panela em fogo médio com a manteiga, sal e o alho picado. Assim que derreter coloque o macarrão, a raspa da casca e o suco do limão e misture.
Coloque o salmão em lascas grandes e um pouco das folhas, mexa com cuidado para não "desmanchar" o peixe.
Finalize com um fio de azeite caprichado, um pouco de pimenta do reino e mais algumas folhinhas frescas pra deixar o prato bem bonito!
Ah, não sou um expert como meu amigo Gil do Vinho para Todos, mas arrisco dizer que um espumante brut vai muito bem com esse prato ;)
No som, vamos de Munford and Sons.
Arroz com camarão, brócolis e tomate cereja
Isso mesmo, eu não sei.
Quando preciso daquele arroz branco, soltinho e básico peço para algum amigo, parente ou para a nossa ajudante. Quando isso não é possível escapo para o lado do risoto.
Pronto, um segredo a menos...
Por isso este prato era pra ser um risoto, mas por sorte minha querida mãe estava em casa e me deu aquela força, mas acabou que a necessidade se transformou em uma oportunidade de fazer um teste que gostei muito: fazer o arroz branco separado de todos os ingredientes e misturá-los no final. Funcionou muito bem, o que dá a oportunidade de antecipar algumas etapas do preparo, facilitando a vida se você não quiser ficar muito tempo na cozinha na hora que sua casa está cheia de visitas.
Ingredientes:
(serve 3 a 4 pessoas)
- 1 1/2 xícara (chá) de arroz
- 500g de camarão grande
- 180g de brócolis
- 10 a 15 unidades de tomates-cereja
- sal a gosto
- 2 colheres de sopa de chimichurri*
*Acho o chimichurri um coringa na cozinha e sempre que posso preparo com sobra pra ter um pouco na geladeira (dura um tempão!) para usar no tempero de carnes, peixes e até de saladas. Mas se não puder prepará-lo para a receita sugiro essa mistura: sal, 1/2 cebola, 2 dentes de alho, um punhado de salsinha, azeite e um pouco de pimenta do reino moída na hora. Ainda vou experimentar essa receita temperando o camarão com curry ;)
Preparo:
Faça o seu arroz branco de sempre. A única sugestão aqui é interromper o cozimento uns minutinhos antes, já que ele volta para o fogo no final do preparo. Reserve.
Deixe o camarão marinando no chimichurri ou na mistura de tempero de sua preferência por 15 minutos. Depois é só dourar por uns dois minutinhos de cada lado em uma frigideira bem quente com um fio de azeite. Reserve.
Depois que grelhar os camarões, use a mesma frigideira para refogar o brócolis, estará pronto quando ficar com uma consistência "al dente", cozido mas ainda firme.
Agora é só voltar o camarão para mesma frigideira, acrescentar também os tomates picados, o arroz e misturar bem. Pronto! Fácil né?!
Ah, não contem pra ninguém que não sei fazer arroz, ok? ;)
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marcel gussoni
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9.7.13
Arroz com camarão, brócolis e tomate cereja
2013-07-09T08:00:00-03:00
marcel gussoni
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BreakBot: músicas legais e um disco vinil de Chocolate
Já que aqui é o lugar perfeito para delícias e música, hoje eu trago uma banda indie francesa com som super legal e seu último lançamento feito com um disco de chocolate que você também pode comer. Pois é, o BreakBot, depois de um clipe com mais de 200 aquarelas feitas pela ilustradora Irina Dakeva, lançou o By Your Side (2012) - Chocolate Vynil é edição limitada conceitual que pode ser tocado por 12 vezes, sem nenhum defeito. Depois disso, é só se permitir! Assista ao vídeo:
Vale muito a pena escutar as músicas da banda, especialmente Baby, I'm Yours! Espero que gostem!
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Carol T. Moré
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4.7.13
BreakBot: músicas legais e um disco vinil de Chocolate
2013-07-04T08:00:00-03:00
Carol T. Moré
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A Cozinha da Alice # 33 - Salada três brotos e molho de hortelã e grana
Um dia fui almoçar no Marcel e fiquei de fazer uma salada. Olhei um livro do Jamie Oliver e me apaixonei por uma servida numa "conchinha" de alface americana, com tomatinhos cereja, broto de feijão e umas lasquinhas de abobrinha com sei lá mais o quê. Tava decidido, era isso!
No meio do caminho, imaginando a elaboração da receita, já troquei uns dois ingredientes. Passei no verdureiro e fiquei tão feliz por achar broto de girassol! Pronto, tava incluído! Também olhei para as mini folhas (baby leaf) e achei que estavam lindas demais. Incluídas! A salada não estava nada parecida com a que eu ia fazer. E ainda na fila do caixa, mudei mais um ingrediente: troquei o tomate cereja por cubinhos de melancia, porque desde que a vi cortada em cima do balcão ela ficou mandando mensagens telepáticas dizendo "coma-me" e antes mesmo de acabar de pagar, o único ingrediente que não troquei foi o broto de feijão, que ao invés de crú, servi grelhado.
Faço isso todo dia. Se a receita pede 300g eu acho só uma
Queria uma vez na vida conseguir obedecer à uma receita.
Bom, dessa vez foi ótimo, nada embatumou, descascou ou despencou. Muito pelo contrário, ficou delícia cremosa. Até uma amiga que diz "não interagir bem com plantas" ficou feliz com o resultado.
Então, ta aí pra vocês:
Salada três brotos
Rendimento: muita gente
Ingredientes
- um monte de broto de feijão
- uma embalagem inteira de baby leaf (brotos de folhas várias - alface, rúcula, beterraba, etc)
- uma caixinha de broto de girassol
- vários cubinhos de melancia
Molho
- um maço de hortelã
- bastante grana padano (ou parmesão)
- um fio de azeite
- restinho de creme de leite (ou iogurte natural) que sobrou na geladeira
- sal
Preparo
Lave todas as coisas e deixe secar. Grelhe os brotos de feijão em uma frigideira bem quente, sem óleo, nem sal, deixando dourar. Espere esfriar. Para o molho, bata tudo no liquidificador e reserve. Em um copo de vidro, monte as camadas colocando o broto de feijão, em seguida as mini folhas (baby leaf), logo em seguida o broto de girassol e os cubinhos de melancia. Uma colherada do molho para finalizar. Pura alegria!
Lave todas as coisas e deixe secar. Grelhe os brotos de feijão em uma frigideira bem quente, sem óleo, nem sal, deixando dourar. Espere esfriar. Para o molho, bata tudo no liquidificador e reserve. Em um copo de vidro, monte as camadas colocando o broto de feijão, em seguida as mini folhas (baby leaf), logo em seguida o broto de girassol e os cubinhos de melancia. Uma colherada do molho para finalizar. Pura alegria!
Para acompanhar, Wood Brothers - Luckiest Man
Mãe de dois lindos gêmeos. Artista Plástica. Vegetariana. Nas horas vagas é ilustradora infantil e em tempo integral uma louca apaixonada por cozinha. Pilota A Cozinha da Alice, fazendo gostosuras por encomenda, eventos e cursos gastronômicos.
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Alice
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1.7.13
A Cozinha da Alice # 33 - Salada três brotos e molho de hortelã e grana
2013-07-01T10:58:00-03:00
Alice
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Vinho & Mesa :: Costela suína e um malbec "original"
| No tempero foi usado limão China, companheiro indispensável da costela suína. |
Quem é carnívoro dificilmente rejeita uma costela suína no forno. Aqui em nossa região é um prato tradicional que costuma acompanhar as outras criações da culinária mineira.
Pra escrever essa coluna pedi à Érika, minha esposa, para fazer uma costela porque eu queria harmonizá-la com um tinto espanhol da uva Tempranillo. Em alguns livros as carnes suínas e seus derivados (inclusive embutidos) são a companhia ideal para esses vinhos, porque não são muito tânicos, tem acidez moderada e sua passagem por madeira deixa o vinho amigável, não deixando que "atropele" o prato que tem lá sua delicadeza de sabores.
Aqui em casa já fizemos várias harmonizações que foram muito boas, com Merlot brasileiro, com um ótimo Bordeaux recentemente publicado no meu blog (veja aqui) e hoje a ideia era tentar a clássica combinação com a Tempranillo.
Mas, de última hora resolvi mudar o vinho e tentar um Malbec que estava na adega. Mas, não um argentino, que costuma ser rico em cor, em aromas frutados, taninos e álcool. É um Malbec vindo da França, mas especificamente da região de Cahors, no sudoeste do país, vizinha de Bordeaux. Essa região é o "berço" da Malbec, que só veio para nosso vizinho na metade do século XIX.
Pra escrever essa coluna pedi à Érika, minha esposa, para fazer uma costela porque eu queria harmonizá-la com um tinto espanhol da uva Tempranillo. Em alguns livros as carnes suínas e seus derivados (inclusive embutidos) são a companhia ideal para esses vinhos, porque não são muito tânicos, tem acidez moderada e sua passagem por madeira deixa o vinho amigável, não deixando que "atropele" o prato que tem lá sua delicadeza de sabores.
Aqui em casa já fizemos várias harmonizações que foram muito boas, com Merlot brasileiro, com um ótimo Bordeaux recentemente publicado no meu blog (veja aqui) e hoje a ideia era tentar a clássica combinação com a Tempranillo.
Mas, de última hora resolvi mudar o vinho e tentar um Malbec que estava na adega. Mas, não um argentino, que costuma ser rico em cor, em aromas frutados, taninos e álcool. É um Malbec vindo da França, mas especificamente da região de Cahors, no sudoeste do país, vizinha de Bordeaux. Essa região é o "berço" da Malbec, que só veio para nosso vizinho na metade do século XIX.
| Esse vinho tem 80% Malbec e 20% Merlot, mas a legislação da região permite que seja rotulado como varietal (uma uva apenas) se levar pelo menos 70% de Malbec. |
Esse vinho especificamente é simples, algo esperado pela faixa de preços (R$36 no site da Wine), mas tem muitos atrativos, porque é muito gastronômico, seco, com taninos elegantes e boa acidez. Sinceramente eu esperava um vinho mais rústico, mas está num ótimo momento para consumo, já macio e não vejo razões para guardá-lo mais. Se tivesse outra garrafa beberia já.
E por que a harmonização ficou tão boa? Porque ao beber o vinho nenhuma de suas características se sobrepôs ao prato e vice-versa. Os sabores adocicados da costela e do purê de batata baroa e cabotiá foram delicadamente envolvidos pelo vinho, deixando na boca uma sensação de equilíbrio entre vinho e comida, alguma lembrança terrosa e da passagem por madeira (10 meses).
Quando experimentamos a carne e o purê com o mini-agrião e o vinagrete (tomate, cebola, salsa, cebolinha e azeitona preta) pensei que talvez destoasse um pouco a harmonização por causa dos sabores ácidos, mas novamente fomos surpreendidos com um ótimo resultado.
Então, acrescento hoje mais um vinho interessante na minha lista de harmonizações com costela suína: o Malbec francês! Mas, você ainda pode tentar com um Tempranillo (Espanhol, de preferência), um Merlot brasileiro ou um Bordeaux.
Ah! A receita estará no Vinho para Todos na próxima semana.
Saúde a todos!
Gil Mesquita
Professor universitário em cursos jurídicos, enófilo apaixonado, mantém desde 2006 o blog Vinho para Todos.
Minestrone
Olá pessoal!
Antes de mais nada quero justificar a frequência baixa de atualizações no blog ultimamente.
Estou em um daqueles períodos onde o trabalho e outras responsabilidades me tiram o tempo e a energia para grandes experiências gastronômicas. Continuo cozinhando com frequência, mas quase sempre pratos que já estão no blog ou variações deles. Acho que todo mundo tem essa fase onde a praticidade e a rapidez do que está se preparando fala mais alto.
Confesso que não forço a barra, o Sabor Sonoro sempre foi pra mim um motivo de prazer e definitivamente não quero colocá-lo junto à lista de responsabilidades.
A boa notícia é que muito em breve o blog vai estar com a cara nova, aí a gente volta com gás total ;)
Mas voltando ao que interessa..
Não esqueço de quando era moleque que meu pai sempre misturava feijão na macarronada na hora do almoço. Com cara meio de nojo (típica de pré-adolescente que odeia mesmo sem experimentar), falava pra ele que os nossos ancestrais italianos deviam estar se remexendo na tumba. Aí ele dizia: "que nada, isso é minestrone". Demorou muito pra eu descobrir o que era de fato, quanta perda de tempo...
A origem deste "sopão" italiano de legumes variados, quase sempre acrescidos de arroz ou macarrão, é milenar e não existe uma receita universal.
Ele é um daqueles típicos pratos da "cocina povera" onde os ingredientes variam de acordo com a disponibilidade, ou a falta deles. E daí podem nascer deliciosas combinações perfeitas para um jantar prático em um dia mais fresco.
Vi ótimas receitas na internet, mas quase sempre partem do zero, deixando o feijão de molho uma noite, cozinhando depois separado dos outros ingredientes, etc.
Pra mim o barato do minestrone é a pegada "soborô": juntar tudo que está dando bobeira na geladeira e fazer um super caldo, uma versão molhada do mexido. Quem não tem um potinho de plástico cheio de feijão cozido no congelador que jogue a primeira pedra! ;)
O meu foi assim, o feijão e os legumes eram do almoço e já estavam cozidos, então o trabalho foi quase nenhum. Vamos lá:
Ingredientes:
- 300g de feijão cozido (com o caldo)
- 200 de macarrão (usei o espaguete, mas formatos pequenos são melhores na minha opinião)
- 300 g de legumes picados (usei vagem, batata doce, cenoura e couve flor,)
- 2 dentes de alho
- 2 folhas de louro
- 1 lata de tomate pelado
- 1 ramo de manjericão fresco
- azeite e pimenta do reino a gosto
- sal a gosto
- parmesão para ralar
- opcionais que funcionam bem para quem não fica sem a carne: bacon ou calabresa.
Preparo:
Refogue os legumes e o alho picado em um fio de azeite, assim que eles ficarem com uma consistência al dente acrescente sal, o tomate pelado, o feijão cozido, as folhas de louro e a massa.
Misture e veja a consistência, se estiver muito denso acrescente um copo de água, já que a tendência do cozimento é engrossar o caldo ainda mais. Deixe cozinhar em fogo baixo por 10 a 15 minutos, tempo suficiente para a massa chegar ao ponto ideal.
Sirva finalizando com folhas de manjericão, um fio de azeite e um bom parmesão ralado. Buono appetito!
E para acompanhar vamos com este sonzinho reconfortante dos irmãos Angus e Julia Stone
A Cozinha da Alice # 32 Refazendo o bolo de banana da Ana
Tô morrendo de vergonha por ter estado tanto tempo longe do blog. Tem épocas que a vida fica... tipo uma ponte, cheio de gente indo e vindo, mil coisas passando. Mas todo o sumiço tem um bom motivo e eu tenho um daqueles bem maravilhosos: a minha cozinha está em obras! Reformas, gente entrando e saindo, criação de novos produtos e muito bolo no forno! Em breve conto mais novidades.
Esse bolo da receita de hoje sempre foi uma paixão profunda e platônica. Já começando pela Ana, que é uma daquelas pessoas lindas que faz a gente dar suspiros só de olhar pra ela. Tem os olhos da cor do céu e um cabelo meio dourado nas pontas. Parece que tá sempre batendo sol nela.
Ela tem cara de fada meio bruxinha, meio anjo, meio sei-lá-o-que, mas com asa. E é professora de ashtanga yoga, o resto você já pode imaginar.
Sempre que vou à casa da linda Ana, fico torcendo pra que ela faça esse encanto de bolo.
Às vezes chego e nada de bolo. Mas eis que que o sol vai se pondo, as crianças começam todas a correr e se reunir em volta da Ana, cada uma com uma banana na mão. Cada uma ajuda um pouquinho.
Em poucos minutos o cheiro de canela no forno invade a casa, o mato, e acho que até os passarinhos ficam felizes.
Eu fico, muito!
Uma versão dessa receita já esteve aqui no blog. A diferença principal é o tipo da farinha e o chocolate, que rendem ao bolo uma condição de bolo mousse, que, recém saído do forno é uma experiência que todo mundo merecia experimentar!
Confesso que o meu não ficou gostoso como o dela. Mas cá pra nós, era óbvio.
Bolo de banana
Ingredientes
- 4 bananas nanicas maduras
- 1 ovo
- 3/4 copo de óleo
- 1 copo de farinha de rosca
- 3/4 copo de açúcar mascavo
- 1 pitada de canela
- 1 colher (sopa) de fermento
- 1/2 xícara de chocolate amargo picado
Preparo
Bater os três primeiros ingredientes no liquidificador. Despejar o conteúdo em um outro recipiente, adicionar os outros ingredientes, mexendo até encorporá-los. Untar uma forma com manteiga e a farinha de rosca, despejar a massa. Polvilhar açúcar mascavo e canela, levar ao forno médio por 40 minutos.
Mãe de dois lindos gêmeos. Artista Plástica. Vegetariana. Nas horas vagas é ilustradora infantil e em tempo integral uma louca apaixonada por cozinha. Pilota A Cozinha da Alice, fazendo gostosuras por encomenda, eventos e cursos gastronômicos.
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A Cozinha da Alice # 32 Refazendo o bolo de banana da Ana
2013-06-13T16:58:00-03:00
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Boas Ideias Publicitárias que envolvem Comida
Esse post é para inspirar os amigos de profissão! Já que tanto eu como o Marcel trabalhamos com propaganda, não poderia deixar de postar aqui, 2 ideias super legais que envolvem o assunto e comida. São soluções que conquistam o consumidor de uma maneira completamente original.
Uma das ações é da Domino's Pizza, que lançou uma coleção de DVDs especiais em parceria com locadoras do Rio de Janeiro. Os discos, ao serem colocados no aparelho para rodar o filme, liberavam cheiro e transformavam o seu rótulo em uma pizza quentinha, como se tivesse acabado de sair do forno. Tudo isso por conta da impressão em tinta especial (termal ink). Assista:
Outra boa ideia foi o cartão da loja de queijos Bon Vivant, que fica no Mercado Municipal de Curitiba. E já que a loja é especializada em queijos, nada melhor do que ter um cartão em formato de um mini ralador de queijos. Aposto que com este cartão, os clientes sempre vão lembrar de fazer suas compras por lá. Criatividade é tudo!
Por um mundo publicitário com mais ideias originais e funcionais como essas!
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Carol T. Moré
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6.6.13
Boas Ideias Publicitárias que envolvem Comida
2013-06-06T08:00:00-03:00
Carol T. Moré
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Minha receita do Pão Australiano. Sim, aquele do Outback ;)
Quem já foi ao Outback conhece este pão, ele sempre aparece na mesa antes de você fazer qualquer pedido, quentinho e acompanhado por uma manteiga bem cremosa, juntos fazem uma dupla perfeita para diminuir a ansiedade por um canecão de chopp e uma cebola gigante. Conheço pessoas que preferem esta entrada a qualquer outro prato.
Tenho certeza que foi graças à esta franquia que hoje encontramos este pão de diversas marcas e até em padarias. Confesso que tenho vontade de pedir esse pão em Sydney, mas com certeza ele deve ter outro nome por lá, se é que por lá existe. Se alguém na Austrália nos lê comente por favor, ou arranje uma hospedagem e uma passagem que eu vou com maior prazer ;)
Mas voltando ao dito cujo, se você procurar na internet vai achar toneladas de receitas, não fiz todas, mas fui testando algumas até chegar em um sabor e textura similares (é importante reforçar o "similar", ok?) tentando evitar qualquer ingrediente mais difícil de encontrar.
Primeira etapa
Ingredientes:
- 250g farinha
- 150ml água
- 2g de fermento biológico seco instantâneo
Misturar todos os ingredientes até que fiquem bem incorporados.
Deixar fermentar por 10 a 12 horas em temperatura ambiente. Eu quase sempre faço esta parte no começo da noite.
Segunda etapa
Ingredientes:
- toda a massa da primeira etapa
- 630g de farinha
- 250ml de água
- 8g de fermento biológico seco instantâneo
- 30g de chocolate em pó
- 100ml de mel
- 50g açúcar mascavo
- 15g de sal
- 60g de manteiga
- 30g de leite em pó
Manualmente ou em uma batedeira misture a massa da primeira etapa mais a farinha, o fermento e a água. Assim que a massa ficar homogênea, acrescente todos os outros ingredientes, menos a farinha de milho.
Continue sovando até ficar homogênea e elástica novamente, o que na linguagem da panificação chamam de "ponto de véu". Cubra a massa com um pano de prato ou filme plástico e deixe fermentar por duas horas ou até dobrar de tamanho.
Agora com a massa já crescida, divida em 4 a 8 pedaços, dependendo do tamanho dos pães que você quer. Sove levemente só para colocar no formato desejado.
Coloque para crescer por mais 1 hora (se estiver muito frio por aí aumente pelo menos 30 minutos este período) em uma forma untada com manteiga e farinha. Não se esqueça de deixar um bom espaço entre eles, vão crescer bastante!
Uma dica importante desta etapa colocar qualquer "emenda" da massa virada para baixo, assim eles crescerão mais bonitos e não correm o risco de se abrirem quando forem para o forno.
Preaqueça o forno a 220º, se quiser esse acabamento igual ao da foto polvilhe farinha de milho sobre os pães e depois faça cortes rasos e de forma bem delicada com uma faca afiada.
Leve ao forno por 35/40 minutos ou até começar a dourar. Bom apetite!
E no som vamos com um Australiano também: Matt Corby.
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marcel gussoni
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5.6.13
Minha receita do Pão Australiano. Sim, aquele do Outback ;)
2013-06-05T08:00:00-03:00
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Vinho & Mesa :: Hambúrguer e vinho, pode isso?
Uma das coisas que mais me incomodam no mundo do vinho é a ideia de que somente podemos apreciar essa bebida acompanhada de comidas sofisticadas. Ao contrário de outros povos, principalmente os europeus, o brasileiro tem o hábito de elitizar o vinho, torna-lo uma bebida somente para ocasiões especiais.
É claro que ainda é uma bebida cara no Brasil, porque os impostos, o olho grande do importador, a margem de lucro abusiva do varejista, só pra citar os maiores problemas que vejo, deixam o vinho inacessível para grande parte da população. Daí, o vinho fica caro, embora com 30 reais no bolso possamos encontrar boas opções no mercado.
Mas essa equação – bebida cara pede comida sofisticada – está começando a ser desmistificada e todos nós que escrevemos sobre comidas e bebidas temos a obrigação de ajudar nisso.
No dia 28 de maio foi comemorado o Dia Mundial do Hambúrguer. Não me perguntem os motivos pra essa data, porque embora tenha feito uma pesquisa não encontrei informações precisas sobre isso. Mas posso garantir que muita gente escreveu a respeito nos últimos dias sobre esse lanche que conquistou o mundo.
A partir dessa data muitos blogs de vinhos publicaram suas harmonizações entre vinhos e hambúrguer, mostrando que a combinação é possível e pode dar resultados muito interessantes. Então, achei que seria um bom tema para minha coluna mensal aqui no Sabor Sonoro, que até já publicou uma receita de hambúrguer caseiro (relembre).
Então vamos lá.
Em casa a Érika gosta de fazer um hambúrguer com carne bovina mais magra (patinho ou peixinho), linguiça calabresa e temperos. Servido no tradicional pão para sanduíche, é acompanhado por queijo, salada e às vezes bacon. Um lanche nutritivo, muito gostoso e sem excessos gordurosos. Quando feito na churrasqueira fica ainda melhor.
É claro que ainda é uma bebida cara no Brasil, porque os impostos, o olho grande do importador, a margem de lucro abusiva do varejista, só pra citar os maiores problemas que vejo, deixam o vinho inacessível para grande parte da população. Daí, o vinho fica caro, embora com 30 reais no bolso possamos encontrar boas opções no mercado.
Mas essa equação – bebida cara pede comida sofisticada – está começando a ser desmistificada e todos nós que escrevemos sobre comidas e bebidas temos a obrigação de ajudar nisso.
No dia 28 de maio foi comemorado o Dia Mundial do Hambúrguer. Não me perguntem os motivos pra essa data, porque embora tenha feito uma pesquisa não encontrei informações precisas sobre isso. Mas posso garantir que muita gente escreveu a respeito nos últimos dias sobre esse lanche que conquistou o mundo.
A partir dessa data muitos blogs de vinhos publicaram suas harmonizações entre vinhos e hambúrguer, mostrando que a combinação é possível e pode dar resultados muito interessantes. Então, achei que seria um bom tema para minha coluna mensal aqui no Sabor Sonoro, que até já publicou uma receita de hambúrguer caseiro (relembre).
Então vamos lá.
Em casa a Érika gosta de fazer um hambúrguer com carne bovina mais magra (patinho ou peixinho), linguiça calabresa e temperos. Servido no tradicional pão para sanduíche, é acompanhado por queijo, salada e às vezes bacon. Um lanche nutritivo, muito gostoso e sem excessos gordurosos. Quando feito na churrasqueira fica ainda melhor.
Já foi harmonizado com cerveja de trigo (que fica muito interessante também), mas sempre procuro um vinho para acompanhar. Pra não errar a mão, procuro sempre por um vinho mais fácil de beber, ou seja, sem aqueles taninos poderosos e que deixam a gengiva seca. Tem que ser um vinho com uma acidez mais moderada, porque não há tanta gordura assim pra combater e de preferência o vinho precisa ter alguma pontinha doce, um frutado sem exageros.
Pra escrever essa coluna escolhi um vinho francês que há algum tempo queria provar, vindo da região do Rhône. Esses vinhos não são tânicos, tem uma boa acidez (mas sem exageros) e são fáceis de beber, com a fruta presente. Perto de um Tannat ou de um Malbec amadeirado são muito delicados.
Como o sanduíche tem sabores salgados, o adocicado do molho e a acidez do tomate, as notas levemente adocicadas provocam uma sensação nova na boca, sem se sobrepor à comida, mas sem perder pontos pra ela. Enfim, o ideal para qualquer harmonização.
Pra escrever essa coluna escolhi um vinho francês que há algum tempo queria provar, vindo da região do Rhône. Esses vinhos não são tânicos, tem uma boa acidez (mas sem exageros) e são fáceis de beber, com a fruta presente. Perto de um Tannat ou de um Malbec amadeirado são muito delicados.
Como o sanduíche tem sabores salgados, o adocicado do molho e a acidez do tomate, as notas levemente adocicadas provocam uma sensação nova na boca, sem se sobrepor à comida, mas sem perder pontos pra ela. Enfim, o ideal para qualquer harmonização.
Sobre o vinho: é um corte (assemblage) de duas variedades, a importante Grenache (70%) e a tradicional Syrah (30%) e não tem passagem por barricas de carvalho, deixando o vinho mais franco, com suas características sendo notadas com facilidade, sem ser mascarado pela madeira.
Você pode tentar outros vinhos, como um Malbec ou um Carmenère menos encorpados, um Merlot brasileiro mais jovem de preferência sem madeira ou até um Pinot Noir do Novo Mundo, como os chilenos ou neozelandeses. São vinhos mais fáceis e com as características que encontrei nesse tinto do Rhône.
Saúde a todos!
Gil MesquitaVocê pode tentar outros vinhos, como um Malbec ou um Carmenère menos encorpados, um Merlot brasileiro mais jovem de preferência sem madeira ou até um Pinot Noir do Novo Mundo, como os chilenos ou neozelandeses. São vinhos mais fáceis e com as características que encontrei nesse tinto do Rhône.
Saúde a todos!
Professor universitário em cursos jurídicos, enófilo apaixonado, mantém desde 2006 o blog Vinho para Todos.
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30.5.13
Vinho & Mesa :: Hambúrguer e vinho, pode isso?
2013-05-30T13:10:00-03:00
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Pop Cakes
Sou da turma que acredita que os semelhantes se atraem, e não o contrário, como se diz por aí. Acho também que isso vale para todos os tipos de relação: amorosa, profissional, de amizade…
Assim volto no que sempre escrevo, sobre o blog me dar a oportunidade de conhecer um monte de gente bacana: depois que o meu interesse pela gastronomia se tornou público cada dia conheço mais pessoas com um talento incrível para cozinha.
A Lyvia e a Lucia são um bom exemplo, nosso primeiro contato foi profissional, elas vieram até a agência para nos encomendar um projeto de indentidade visual para um novo negócio, mas logo nossa afinidade pelas guloseimas fez com que nos aproximássemos, daí pra também conhecerem a Alice e se tornarem "antigas" amigas foi um pulo.
A Lucia faz uns bolos e pães de queijo maravilhosos que logo publico por aqui, e a Lyvia além de grande conhecedora de café nos presenteou com esses deliciosos bolinhos no palito, os já famosos pop cakes.
Claro que pedi a receita! Com vocês, Lyvia Machado:
"Você já deve ter ouvido falar do Pop Cake, que nada mais é do que um pirulito de bolo, uma ideia que veio dos Estados Unidos e que os brasileiros adoraram! Pode ser feito com qualquer massa de bolo, eu fiz um com Bolo de Cenoura e outro com Bolo Julieta (um bolo de coco e leite condensado, cuja receita, de família, diga-se de passagem, me foi passada pela Lúcia!).
Os bolos devem ser feitos e assados normalmente. Após esfriar esfarele o bolo com um garfo ou com a mão mesmo. Acrescente leite condensando aos poucos e, usando as pontas dos dedos, vá agregando o leite condensado ao bolo esfarelado até obter uma massa firme e não muito úmida. Ao bolo Julieta, além do leite condensado foi acrescentado também coco ralado, a quantidade depende do gosto de cada um, quanto mais coco colocar mais leite condensado será necessário para atingir a consistência desejada.
O leite condensado poderá ser substituído ainda por nutella, cream cheese, creme de leite, brigadeiro, ou qualquer outra coisa que ajude a agregar o bolo esfarelado.
Forme bolinhas pequenas e leve à geladeira por aproximadamente 30 minutos, apenas para que fiquem mais consistentes.
Em outro recipiente derreta chocolate em banho-maria, sem esquecer da temperagem, para que o chocolate não fique suando quando for retirado da geladeira.
Passe a ponta do palito pelo chocolate derretido e espete nas bolinhas uma por uma. Deixe na geladeira alguns minutos para garantir que o chocolate tenha secado. Esse passo irá fazer com que o bolo fique bem preso ao palito.
Feito isso passe os bolinhos pelo chocolate derretido, decore com o confeito de sua preferência e coloque para secar na geladeira.
A decoração dos Popcakes depende da criatividade de cada um, pode ser feito com chocolate, brigadeiro, pasta americana ou qualquer outra cobertura que fique seca e não pingue. Nós preferimos usar apenas chocolate. Perde-se na aparência, mas se ganha (e muito) no sabor!
O bolo de cenoura foi coberto com chocolate ao leite e split de chocolate ao leite belga. Já o bolo Julieta foi coberto com chocolate branco e decorado com raspa de chocolate belga sabor caramelo e com chocolate belga granulado. Como esses popcakes foram feitos especialmente para o aniversário de 1 aninho do filho de uma amiga querida, usamos também alguns confeitos coloridos, que não são tão saborosos mas dão um efeito legal na decoração da mesa.
As receitas dos bolos são as seguintes:
Bolo Julieta
Ingredientes
- 5 ovos (gemas e claras separadas)
- 3 xícaras (chá) de farinha de trigo peneirada
- 3 xícaras (chá) de açúcar refinado
- 4 colheres (sopa) de margarina
- 1 ½ xícara (chá) de leite
- 1 colher (chá) essência de baunilha
- 1 colher (sopa) fermento químico em pó
Preparo
Coloque na batedeira as gemas e o açúcar e bata bem. Acrescente a margarina (uma colher de cada vez) e em seguida a essência de baunilha. Aos poucos vá acrescentando a farinha de trigo peneirada, alternando com o leite. Acrescente o fermento e misture apenas o suficiente para incorporar ao restante da massa. Por último acrescente as claras batidas em neve, incorporando-as com delicadeza para que a massa fique aerada. Asse em forma untada e enfarinhada, em forno pré-aquecido a 180°C por aproximadamente 55 min.
Quando não é utilizado para popcake, depois de assado esse bolo deve ser furado com um garfo, coberto com leite condensado e polvilhado com coco ralado. (Pensa do tamanho do problema!)
Bolo de Cenoura
Ingredientes
- 2 xícaras (chá) de farinha de trigo
- 2 xícaras (chá) de açúcar
- 1 xícara(chá) de óleo
- 3 cenouras grandes raladas
- 4 ovos
- 1 colher (sopa) de fermento químico em pó
Preparo
No liquidificador bata o óleo, os ovos, o açúcar e a cenoura ralada até obter uma mistura homogênea. Em outro recipiente misture a farinha de trigo peneirada e o fermento químico em pó. Despeje a mistura do liquidificador em um outro recipiente e, aos poucos, incorpore a farinha de trigo acrescida do fermento em pó. Asse em forma untada e enfarinhada, em forno pré-aquecido a 180°C por aproximadamente 45 min."
Como sei que Lyvia gosta, no som vamos de Chico ;)
Como sei que Lyvia gosta, no som vamos de Chico ;)
Escondidinho de Camarão da Pri
Adoro receitas que permitem variações infinitas, o Escondidinho é uma delas: você pode trocar o tipo de carne, os ingredientes do purê, temperos e até o queijo da mistura.
Sem contar a praticidade de poder fazer uma grande parte do preparo antes e deixar só o aquecimento para a hora de servir, o que faz deste prato uma ótima idéia para recepções, deixando você bem livre para curtir os amigos enquanto o forno trabalha por você.
Esta é a segunda receita deste prato que nossa "cumadre" me empresta para colocar no Sabor, a primeira é esta aqui, que já é um clássico da Pri e faz o maior sucesso no blog.
Já este de camarão foi criado especialmente para um jantar que fizemos lá em casa.
Olha que delícia!
Ingredientes para o purê de abóbora cabotiá:
- 1,5kg de abóbora cabotiá;
- 1 cebola média;
- salsa e cebolinha desidratada a gosto;
- 200g de requeijão (utilize aquele tubo de 500g, pois iremos utilizar o restante no camarão);
- 2 colheres de sopa de manteiga de leite;
- sal e alho a gosto.
Ingredientes para o camarão:
- 2kg de camarão médio;
- 1 cebola média;
- 2 colheres de sopa de azeite aromatizado com alecrim (se não tiver o azeite aromatizado, utilize o comum);
- 300g de requeijão (o restante do tubo);
- 1 colher de sobremesa de açafrão ou curry
- salsa e cebolinha desidratada a gosto;
- sal e alho a gosto.
Ingredientes para a montagem:
400g de queijo canastra ralado;
200g de queijo parmesão
Modo de preparo do purê:
Cozinhe o cabotiá até ficar mole ao ponto de amassar no espremedor de batatas. Esprema o cabotiá e reserve. Refogue a cebola e o alho na manteiga de leite e junte o cabotiá e mexa. Coloque o sal, a salsa, a cebolinha desidratada, o requeijão, misture até levantar fervura para não agarrar no fundo e reserve para prepararmos o camarão.
Modo de preparo do camarão:
Refogue a cebola e o alho no azeite e acrescente os camarões.
Acrescente o açafrão, a salsa, a cebolinha e o sal e deixe a água que irá sair dos camarões secar. Misture com cuidado para não desmanchá-los. Desligue o fogo e coloque o requeijão por cima dos camarões e misture.
Montagem:
Em potes de porcelana ou outro material que poderá ir ao forno, coloque uma camada do purê de cabotiá, camarões a gosto, cubra com o queijo canastra ralado e coloque mais uma camada do purê. Para finalizar, salpique queijo parmesão para dourar no forno.
Após montado, coloque em forno médio (180 graus) até o queijo parmesão dourar.
Já que esse prato combina com um bom encontro, vamos festar com a Maria Rita.
Já que esse prato combina com um bom encontro, vamos festar com a Maria Rita.
Brownies recheados de ganache de chocolate branco

Na minha família todos são formados em artes plásticas, menos eu. Atualmente isso fica nítido quando vou desenhar dinossauros e robôs para o Luca ou quando me arrisco em receitas com montagens muito delicadas na cozinha. Chega a ser constrangedor...
Esses docinhos aqui são um exemplo disso, penso que ficarão lindos em mãos mais habilidosas, ou mais pacientes.
Mas não desanime, o preparo é bem simples e o sabor é ótimo. Tenho certeza que os seus ficarão bem mais bonitos!

Ganache
Ingredientes:
- 500g de chocolate branco
- 100g de manteiga sem sal
- 1 lata de creme de leite (sem o soro)
- 150 ml de leite integral
Preparo:
Para fazer o ganache derreta o chocolate e a manteiga em banho maria ou no microondas. Retire e acrescente o leite e o creme de leite, misture na batedeira ou com um fouet até conseguir um creme bem liso. Reserve na geladeira.

Brownie
(receita adaptada do blog DigaMaria)
Ingredientes:
- 500 g de chocolate meio amargo em pedaços
- 6 ovos médios
- 150 g de manteiga sem sal
- 100 g de açúcar refinado
- 100 g de açúcar mascavo
- 1 colher de chá de sal
- 1 colher de chá de essência de baunilha
- 225 g de farinha de trigo
Preparo:
Coloque a manteiga e o chocolate em pedaços numa tigela e leve ao microondas por cerca de 3 minutos, na potência média, ou até que estejam derretidos. Misture bem e reserve.
Em uma outra tigela, bata os ovos e os dois açúcares até ficar cremoso. Adicione o sal, o chocolate derretido, a baunilha e a farinha, misture bem.Importante: deixe a mistura esfriar na geladeira por duas horas.
Pré-aqueça o forno a 200 graus.
Faça pequenas bolinhas com a mistura (uso uma colher de sopa cheia como medida), coloque-as em uma forma forrada com papel manteiga untado, deixando um bom espaço entre elas para que não grudem quando "achatarem". Leve para assar por 20 minutos, até firmar. Faça o teste do palito e fique atento, como as bolachas são finas e pequenas podem passar do ponto muito fácil. Retire do forno e deixe esfriar.
Depois é só montar, colocando um pouco de ganache entre as duas "bolachas". Finalize polvilhando chocolate em pó sobre cada um. Bom apetite!
E no som vamos com uma banda muito bacana que meu primos de Brasília me apresentaram tempos atrás: 5 a Seco.
E no som vamos com uma banda muito bacana que meu primos de Brasília me apresentaram tempos atrás: 5 a Seco.
Cervil: degustação, avaliação e prazer
“A cerveja, se bebida com moderação, torna a pessoa mais dócil, alegra o espírito e promove a saúde.”
(Thomas Jefferson)
“Olfato e paladar são, na verdade, um único sentido composto cujo laboratório é a boca e a sua chaminé, o nariz…”
(Jean-Anthelme Brillant-Savarin)
Seguem algumas preocupações que aqueles que querem aproveitar plenamente o que uma grande cerveja pode oferecer, harmonizada ou não com um maravilhoso prato, podem seguir para potencializar a experiência de degustar uma cerveja.
1. Escolha um lugar calmo e sem odores fortes presentes no ambiente e evite o consumo de alimentos fortes ou muito condimentados antes da degustação, pois eles podem atrapalhar a capacidade de se sentir aromas e sabores da cerveja.
2. Tome nota de todas as informações pertinentes sobre a cerveja para que, caso queira, você possa repetir a experiência sabendo onde e o que comprar.
3. Beber cerveja recreativamente é ótimo e é um hábito que, quando de forma moderada, faz bem ao corpo e à alma. Por isso, deve ser feito sem compromisso e sem regras, entretanto degustações e avaliações devem ser feitas de acordo com processos e interesses pré-determinados.
4. Para organizar degustações, respeite regras básicas como começar da mais clara ou da com menor graduação alcoólica, para a mais escura, mais amarga ou a com maior quantidade de álcool por volume.
5. Use copos adequados para cada cerveja, bem lavados e enxaguados para não haver resquícios de sabão que podem atrapalhar a formação de espuma. Verter a cerveja em copos ligeiramente molhados auxilia na formação do creme. Sobre copos congelados, recuse-os em quaisquer ocasiões, pois eles interferem decisivamente nas propriedades sensoriais da cerveja. Eis alguns tipos de copos e as cervejas que melhor são degustadas com o uso deles:
Copo Pilsner - todas as cervejas Standard e Premium American Lager e todos os tipos de Pilsen, além da Schwarziber e outras lagers escuras.
Copo Caldereta (Shaker) - todas as English e American Ales, IPA, Imperial IPA.
Copo Pint (Becker) - todos os estilos de Stout, Bitter e Porter.
Copo Weizen - todas as cervejas do tipo Weiss: Weizen, Weizenbock, Dunkelweizen, etc.
Copo Tulipa - Strong Ales Belgas, Saisons, Bocks, Scotch Ales.
Copo Cálice (Goblet ou Bolleke) - trapistas belgas em geral; Strong Ales belgas; cervejas Dubbel, Tripel e Quadrupel.
Copo Flute - Todos os estilos de Sour Ales, Lambics, Faros e Gueuzes, além de todas as cervejas feitas segundo o método champegnoise.
Copo Caneca (Mug ou Stein) - Helles, Irish Red Ales, Pilsens em geral, Oktoberfestbier/Marzen, Standard e Premium American Lagers.
Copo Mass (Seidel) - Típico de eventos como o Oktoberfest, serve normalmente a cervejas como as Helles, as Pilsen em geral, as Standard e Premium American Lagers.
Copo Taça (Pokal ou Footed Glass) - usados comumente em degustações ou como copo comercial de várias cervejas Lagers claras como é o caso da Stella Artois.
Copo Tumbler - Witbiers, Stouts e IPAs.
Copo Cilíndrico (Stange, Stick ou Collins) - usados por tradição para servir cervejas dos estilos Kölsh e Altbier (um pouco mais largo), além de Vienna Lagers e Rauchbiers.
Copo Conhaque (Snifter) - Barley Wines, Old Ales, Bocks, Imperial Stouts.
Copo Americano (Cachoeirinha) - usado no Brasil para tomar cervejas Lager comerciais.
Copo ISO - degustações e provas de cervejas variadas. Muito usado em degustações profissionais e campeonatos.
6. A temperatura de serviço deve respeitar quatro faixas básicas para que se aproveite melhor a experiência cervejeira, ainda que nunca se deva tomar cerveja abaixo de 2 ou 3º C, porque a partir dessa temperatura as papilas gustativas são anestesiadas, o que impede a capacidade de sentir integralmente sabor e mesmo aroma. Importante ressaltar que os parâmetros abaixo são inspirados em concepções do mestre Michael Jackson, mas devem ser adaptados ao clima e à temperatura ambiente em que se beberá cada um dos estilos de cerveja sugeridos.
- entre 2 e 4°C: Lagers claras em geral, como as Light Lager ou mesmo as Pilsner; Weissbier claras; Helles; Dortmund Export; Witbier; cervejas sem álcool.
- entre 5 e 7°C: Lambic com adição de frutas; Faro e Gueuze; Pale Ale inglesas; Vienna lager; Oktoberfestbier.
- entre 8 e 12°C: Lagers escuras como as Schwarzbier; Amber Ale; Dunkel e Weizenbock; Porters; Stouts; Strong Ales claras; Tripel; Dubbel; Bock.
- entre 13 a 15°C: Quadruppel; Old Ale; Barleywine; Dark Strong Ales; a maioria das cervejas trapistas; Eisbock; Doppelbock.
7. Dependendo do estilo a ser experimentado, verta o copo na vertical desde o início para favorecer a formação de espuma ou comece a despejar o líquido a 45º e depois produza o creme com o copo na vertical.
8. A degustação exige o uso de todos os sentidos dos envolvidos, portanto observe e sinta atentamente características como aparência, aroma, sabor, espuma, persistência, adstringência, “retrogosto”, etc.
9. Entenda que cada cerveja tem características específicas que podem não lhe agradar, mas são desejadas em determinado estilo. Portanto, saiba degustá-las diante da expectativa que se deve ter sobre elas. Enfim, estude o estilo e mesmo a cervejaria escolhida antecipadamente para saber exatamente o que esperar dele e como julgá-lo.
10. Para iniciar o procedimento de degustação é importante atenção a questões como o barulho e quantidade de gás liberado quando da abertura da garrafa; a turbidez ou transparência da bebida; a espuma produzida; o tamanho das bolhas; a viscosidade e a cor do líquido; etc.
11. É fundamental cheirar lenta e profundamente a cerveja para que se possa não só perceber a totalidade das notas liberadas como sua intensidade, por isso, assim que verter a cerveja no copo, cheire-a generosamente, mesmo porque muitas notas do aroma são voláteis e esgotam-se rapidamente. Lembre-se que muito da sua capacidade de perceber nuances no paladar, está intimamente ligada à percepção de aromas. Caso necessite, agite o copo em círculos para liberar mais aromas presentes na cerveja, pois os seres humanos podem perceber até 10000 aromas.
12. Beba a cerveja. Certifique-se de que ela esteve em todos os cantos da sua boca, para colocá-la em contato com todos os seus sensores capazes de identificar diversas nuances e sabores na bebida. Fique atento para a persistência do sabor em sua boca, o gosto residual e a forma como seu nariz percebe as sensações provenientes da boca, como é o caso de cervejas em que o álcool é mal inserido, o que é muito perceptível na expiração pelo nariz.
13. Entre uma cerveja e outra, deve-se limpar o paladar com pães neutros, água ou bolachas de água e sal.
Apesar de tantas regras, não permita que o prazer de tomar cerveja seja substituído pela pompa vazia, pelo academicismo pretensioso, pela degustação da cerveja acima da experiência humana de sentir o novo, de se lançar no desafio da independência sensorial e intelectual, pois, além da imprescindível autonomia política, sentir, saborear, odiar, gostar, etc., de forma autônoma são atos de desafio e coragem num mundo dominado pela mesmice do fast food, da falta de tempo para cozinhar, pela falsa ideia de que quantidade sempre supera a qualidade, enfim, aproveite a vida, beba menos para beber melhor; coma com consciência para comer sempre; experimente o novo sem desrespeitar o passado. Conselhos... são sempre duvidosos, mas beber e comer bem, entre amigos ou família, é uma verdade material e mística acima e além de todos nós.
Para ouvir, uma playlist com sabor, textura e aroma a fim de harmonizar com uma bela cerveja belga trapista para combinar com o frio que se aproxima, para aquecer a alma e para brindar a excelência de pessoas que dedicaram uma vida à fabricação de grandes cervejas.
Saudações cervejeiras, musicais e gastronômicas,
Estéfani Martins
Professor, sócio do restaurante Santo Malte, membro da Associação de Incentivo à Cultura Cervejeira (AssoCerv), membro da Confraria de Cultura Cervejeira do Cerrado (CCCC) e membro da ACervA Mineira.
Postado por
Estéfani Martins
às
10.5.13
Cervil: degustação, avaliação e prazer
2013-05-10T09:00:00-03:00
Estéfani Martins
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